Cadu, toda "entrega" tem uma história e toda história tem personagens e narradores....
fomos domesticados a fazer parte da história de alguém, entregando o que nos compete, sem improviso e sem atrapalhar o protagonista
vivemos como figurante, compondo a cena para outros brilharem...
não sabemos contar nossas próprias histórias, porque, como vc mesmo disse, usamos uma linguagem limitada, usurpada de identidade e significados... sem história genuína
a minha e a sua "entrega" tem uma jornada, uma trajetória e um repertório únicos, e que precisam estar sob os holofotes... mas, quem vai contar essa história?
quando aprendemos que a "entrega" só é possível porque alguém se dispôs a fazer a tal jornada, e que essa travessia é única porque eu estive lá... você... ou quem quer que esteja lendo esse comentário, aí a ENTREGA se torna algo grande demais para ser só uma meta a ser batida... é um pedaço de nossas vidas, capaz de tornar as próximas entregas novos capítulos de uma história que empresta sua beleza não do que é capaz de fazer, mas daquilo que aprende...
O paralelo com o figurante e o protagonista é ótimo William. Dentro da abordagem da Não Dualidade, somos os dois. E também o personagem, o ator que o interpreta, a platéia e o palco. Grande abraço!
Outro dia, num evento de uma empresa grande e conhecida, ouvi o gerente de marketing soltar essa e doeu no ouvido. Agora só de fone com cancelamento de ruído ;)
Cadu, toda "entrega" tem uma história e toda história tem personagens e narradores....
fomos domesticados a fazer parte da história de alguém, entregando o que nos compete, sem improviso e sem atrapalhar o protagonista
vivemos como figurante, compondo a cena para outros brilharem...
não sabemos contar nossas próprias histórias, porque, como vc mesmo disse, usamos uma linguagem limitada, usurpada de identidade e significados... sem história genuína
a minha e a sua "entrega" tem uma jornada, uma trajetória e um repertório únicos, e que precisam estar sob os holofotes... mas, quem vai contar essa história?
quando aprendemos que a "entrega" só é possível porque alguém se dispôs a fazer a tal jornada, e que essa travessia é única porque eu estive lá... você... ou quem quer que esteja lendo esse comentário, aí a ENTREGA se torna algo grande demais para ser só uma meta a ser batida... é um pedaço de nossas vidas, capaz de tornar as próximas entregas novos capítulos de uma história que empresta sua beleza não do que é capaz de fazer, mas daquilo que aprende...
O paralelo com o figurante e o protagonista é ótimo William. Dentro da abordagem da Não Dualidade, somos os dois. E também o personagem, o ator que o interpreta, a platéia e o palco. Grande abraço!
Maravilhoso. Fiquei feliz de perceber que nunca tinha escutado drivar, rs
Outro dia, num evento de uma empresa grande e conhecida, ouvi o gerente de marketing soltar essa e doeu no ouvido. Agora só de fone com cancelamento de ruído ;)
Hahahaha! Sorte sua! 😉