6 Comentários
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Avatar de Luiz Pontes

Eu acho que não basta compreender que a separação não existe. Sou estudante de "Um Curso em Milagres" e esse é o tema central nas mais de 700 páginas do livro texto. Mas para colocar em prática tal ideia, há um outro livro com 365 exercícios voltados para a prática diaria. Eu digo por mim: estou nessa trilha há mais de 30 anos e ainda sou teimosamente indisciplinado e terrivelmente distraído. Eu sinto que não há separação em alguns momentos específicos, e não posso dizer que vivo o tempo todo nesse estado. Algumas sombras ainda me assombram, e alguns defeitos só ficam claros depois de um certo sofrimento. Mas quanto a conclusão estamos de acordo: essa é a maior mudança que a humanidade pode experimentar. E esse é o alicerce da minha fé: somos UM.

Avatar de Cadu Lemos
1dEditado

Obrigado Luiz. Não acredito que alguém consiga manter esse estado infinitamente, nem os ditos iluminados. Como humanos carregamos nossa sombra indelével e nossas idiossincrasias. Acredito numa mudança que traga uma mínima compreensão* dessa condição e uma consequente compaixão em relação a nós mesmos. Grande abraço.

* compreensão instintiva, sensorial, não intelectual, mental, querendo entender e explicar com palavras que sempre serão insuficientes.

Avatar de Raisa Monteiro Capela

Interessante, Cadu!

Avatar de Cadu Lemos

Obrigado Raisa. Neste tema, tem outros artigos que exploram a visão do Kastrup e do Hoffman entre outros aqui no Psiconauta. Vale dar uma conferida.

A mudança já começa a acontecer. Muita gente falando disso, coisa que eu nunca tinha visto.

Avatar de Raisa Monteiro Capela

Fiquei curiosa com os livros! Vou caçar e ler as referências, Cadu! Fiquei estacionada na parte em que vc diz da busca ser um obstáculo. Tai um paradoxo que não tinha pensado.

Avatar de Cadu Lemos

Enquanto a gente fica buscando esse “despertar” como algo externo, isso, aqui, agora, sem separação é o alvo dessa busca, mas é preciso se desconectar da mente, não é um processo intelectualizado que precisa ser explicado e entendido, é mais como um vislumbre instintivo, que uma vez visto, basta. É por isso que passa “batido”, a busca tem muito mais interesse para o ego. A simplicidade desse “lembrar” não é suficiente, achamos que sempre falta algo…

Vamos juntos